Porque mais um blog?

É natural que se pergunte:

Porque mais um blog espiritualista de mensagens e poemas em meio a tantos que já existem?

Que teríamos de novo pra oferecer?

Além da simplicidade, sinceridade e desejo de sermos úteis, não temos nada de novo a oferecer, mas gostaríamos de perguntar: será que temos realmente prestado atenção naquilo que temos lido nestes muitos sites e blogs de mensagens ou poemas? Muitos deles trazem ótimas mensagens, lindos poemas e excelentes textos que, se prestássemos mesmo atenção, seriam de grande utilidade para nossa s vidas.

Oferecemos mais um destes blogs com mensagens, poemas e pequenos textos de esclarecimento, porém recomendamos que você leia apenas um texto de cada vez, reflita sobre ele, somente depois leia outro. Nestes tempos de excesso de informação em que vivemos, cometemos o erro de querer ler tudo para saber de tudo e acabamos, na pressa, não lendo nada e não aprendendo nada. Parece que o problema não está na quantidade de blogs e sites, mas no modo como temos nos relacionado com estes textos.

Vamos apresentar textos escritos por espíritos - alguns que ainda estão no corpo físico e outros que já deixaram a matéria densa e desfrutam da liberdade espiritual em corpos menos densos. A preocupação maior desses textos é de contribuir, ainda que minimamente, para tornar a humanidade melhor.

Esperamos que vocês leiam com atenção, desfrutem, reflitam... mas sem pressa!

Não queremos convencer, pregar religião ou fazer a cabeça de ninguém, pois acreditamos que a melhora espiritual só ocorre quando vem de dentro para fora e, para isso, é necessário que tenhamos autonomia. Entendemos que é preciso estar com a mente aberta, livre de dogmas para poder aprender coisas novas.

Se desejar, faça um comentário. Sua opinião e/ou colaboração além de muito importante, será bem vinda.

Do lado direito, logo abaixo, temos os marcadores - através deles você localiza os textos pelo assunto de seu interesse.


Nosso e-mail: umamigalhadeluz@gmail.com

Você pode nos mandar um e-mail ou deixar sua opinião
no final de cada texto. Sua participação é muito importante!
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sábado, 11 de março de 2017

O novo mundo

                Quem sabe um dia, quando o nosso planeta já tiver se tornado um mundo de espíritos em regeneração e aperfeiçoamento possamos nos sentir mais confortáveis e mais confiantes nos desígnios do Criador.
                Vivemos num planeta e numa época em que as condições não são as melhores para se viver; as experiências pelas quais temos que passar não são as mais agradáveis, porém, é preciso entender que estas são as experiências mais adequadas para nosso aprimoramento, ou seja, para a continuidade de nossa evolução.
                Uma palavra se destaca quando falamos em evolução, é a palavra compreensão. Precisamos ter compreensão para com os ‘’defeitos” dos nossos irmãos de caminhada, pois estamos todos, de modo ou de outro, no mesmo barco, isto é, na mesma escola evolutiva. Somos muito parecidos, muito afins, o que nos faz concluir que não devemos nos considerar melhores do que ninguém e muito menos nos colocar no lugar de juiz de quem quer que seja.
                Para compreendermos bem o outro, precisamos nos colocar no lugar deste outro, e assim, procurar entender as razões que os levam a fazer eles as coisas boas ou más que fazem. Temos que compreender que eles, assim como nós, precisam do erro para poder aprender a acertar. Não há evolução sem que cometamos erros. Através dos erros e de suas consequências é que vamos seguindo rumo ao Criador.
                Sabemos que, em determinadas circunstâncias é muito difícil aceitar algumas coisas que se nos apresentam como verdadeiras atrocidades, verdadeiras barbaridades, mas é necessário fazer um esforço de boa vontade, dar um voto de confiança à Deus (qualquer que seja a concepção que tenhamos em nosso íntimo da divindade) porque somos ignorantes demais para podermos entender seus planos e suas determinações. O que para nós, aparece como grande sofrimento, pode ser exatamente aquilo que vai nos fazer crescer e nos tornar espíritos melhores, mais evoluídos.
                Temos consciência de que, o que sugerimos aqui não é coisa fácil de se aceitar e de se fazer, mas através do estudo das Leis Maiores poderemos ampliar nossa compreensão do mundo e de nós no mundo. Isso é o que recomendamos com veemência: estudo! Com a ajuda dele sairemos da infância espiritual em que nos encontramos. Hoje em dia é tão fácil, mesmo para quem disponha de poucos recursos, instruir-se, atualizar-se, fazer pesquisas, isto é, tornar-se uma pessoa mais culta em relação às questões espirituais.
                É lógico que, de modo algum, Deus nos criaria para o sofrimento, para a autodestruição, para a decadência moral e física ou para que nos tornemos malvados e cruéis. Não nos criaria para o sofrimento eterno. É lógico também que Ele não quer que sejamos eternas crianças. Ele quer que cresçamos, que aprendamos a encontrar nossas próprias soluções para nossos problemas, por isso nos dá oportunidades de escolha, e é justamente esta liberdade de escolha que faz com que a humanidade tenha que conviver com atrocidades de todos os tipos. O fato é que nós fazemos o mundo em que vivemos em função de nossos pensamentos e de nossas atitudes, e de nossas escolhas individuais e coletivas. Mas, isso está chegando ao fim! Já estamos entrando na fase de harmonização da humanidade. Atingimos um ponto em que somente aqueles irmãos acometidos pela cegueira da materialidade é que ainda não compreendem que já avançamos muito. Dentre as causas desta cegueira destacam-se a ignorância, o orgulho e o egoísmo. Já avançamos muito e alguns pensamentos, atitudes e comportamentos não devem mais ter lugar entre nós, porque estamos começando a viver a fase terrena da consciência. Este é o momento em que a centelha divina que todos nós somos começa a falar mais alto dentro de nós e nos alerta para algumas coisas que não têm mais cabimento em nossas vidas. Ela nos alerta quando estamos entrando em situações de estagnação e nos aponta o melhor caminho a seguir.
                Precisamos compreender que por trás de toda situação desagradável onde o ser humano se comporta, em relação aos outros, pior que os animais irracionais, existe algo além da aparência. Algo que em breve poderemos enxergar de modo mais claro. Chegamos na época em que o Véu de Maia começa a cair e a realidade essencial começa a se mostrar para nós. Para apressar esta queda do véu, recomendamos muito estudo a respeito do mundo espiritual e sua relação com o mundo material. Por que estudar as coisas do espírito? Ora, porque o espírito é a essência. Ele é quem permanece depois que fechamos nossas pálpebras físicas pelo fenômeno da morte e adentramos o Plano Maior - a dimensão espiritual. Estudar as coisas do espírito é estudar a essência do homem. É mergulhar nas águas profundas da consciência. É penetrar no mais belo e rico mistério onde a beleza não tem comparação.
                Nesse novo mundo em que começamos a viver, não haverá espaço para a maldade, que é fruto de nosso egoísmo – característico de nossa infância espiritual. O novo mundo onde o amor será a base das relações sociais. O novo mundo em que a palavra compartilhamento será usada em seu verdadeiro significado. Já é possível perceber alguns sinais dessa mudança, mas não os encontraremos nos noticiários de rádio ou televisão. Convidamos aos descrentes de nossas palavras a olhar ao seu redor. Se prestarem atenção verão que para cada atrocidade noticiada existem milhares de coisas boas acontecendo. Verão que já podemos encontrar pessoas que não são afeitas a maldades. Verão instituições onde se trabalha com amor visando o bem-estar dos mais necessitados; locais onde voluntários se desdobram para dar um pouco de si mesmos para o próximo.  Quando começarmos a notar a existência dessas instituições e dessas pessoas é porque começamos a enxergar as portas desse novo mundo. Vamos seguir seus exemplos e nos tornarmos colaboradores dessas instituições dando um pouco de nós mesmos para os nossos irmãos. Daí sim, sentiremos que o novo mundo já começou e mais ainda, compreenderemos que estamos fazendo parte dele.
                O significado da palavra compreensão é bem mais abrangente do imaginamos. Convidamos todos a refletirem sobre o seu significado amplo. Compreender o que significa compreensão é um passo importante para começar a sentir que a Era da Consciência já começou e que a nossa centelha divina começa a expandir o seu brilho de um modo nunca visto.

“Um mundo melhor começa com a compreensão de que somos todos iguais, mesmo estando em estágios diferentes da evolução, isto é, um mundo melhor se faz a partir da compreensão de nossa igualdade por baixo das nossas diferenças”

            Muita paz, muita luz!

Victor

Mensagem psicografada em 06-03-2017

sábado, 28 de janeiro de 2017

A caminho da libertação


Sinto-me hoje tão cheio de vida, tão cheio de amor e de vontade de viver. Tenho desejo de luta! Tenho desejo de vitória. E por que me sinto assim?
Porque já sei que é na luta que adquirimos a experiência e a força para vencer a nós mesmos e continuar em ascensão rumo ao infinito. Compreendo hoje que não há motivos para queixas. Não há motivos para desânimo ou para temer o futuro.
É muito gratificante, depois de tantas experiências na carne e também no astral, estarmos conscientes de quem somos e saber para onde vamos; ter consciência da trajetória que percorremos e da que ainda vamos percorrer; saber que este caminho que nos foi traçado é o caminho que nos levará à condição espiritual melhor, na qual o sofrimento é raro e as batalhas já não são tão encarniçadas como aquelas das quais já fomos protagonistas. É muito reconfortante poder olhar para dentro de nós mesmos e encontrarmos nosso Deus interior e nos sentirmos como que unidos ao Todo, partes da divindade. Não uma parte qualquer – uma parte consciente.
É muito bom poder sentir em nós este desejo de servir ao propósito do universo; ao propósito divino; ao propósito da necessária evolução. Houve naturalmente em nossa vida momentos que acreditávamos que tudo ia desmoronar. Momentos em que a pressão da matéria sobre nós era por demais pesada. Com fé, com persistência fomos vencendo os desafios que nos foram colocados no caminho para o nosso próprio crescimento, e a cada desafio vencido, mais forte nos tornávamos. Tantas quedas e tantas retomadas...
Longe de nós querermos insinuar que estamos próximos ao ápice da evolução.  Sabemos que temos toda uma eternidade para caminhar. Mas é muito importante o momento que vivemos agora. O momento do despertar. O despertar para o objetivo maior que é a nossa libertação. Mas, que entendemos por libertação?
Libertação é a maravilhosa sensação que sentimos por nos desvencilharmos dos pesados laços materiais. Libertação é quando entendemos em nosso ser, em verdade, a transitoriedade das coisas materiais, das coisas que nascem com tempo predeterminado para acabar. Libertação é quando não mais sentimos aquela ânsia para adquirir riquezas, propriedades ou poder, por entendermos que na verdade nada possuímos além daquilo que temos dentro de nós mesmos, dentro de nossa alma; é quando nos conscientizamos que todo o mundo material não passa de uma grande ilusão, cuja finalidade de existir é tão somente para servir como material pedagógico para a educação espiritual do homem, este aluno das primeiras séries da escola divina, e que ainda precisa desses materiais para auxiliá-lo em seu processo educativo.
É um momento mágico este, quando nos damos conta de quem realmente somos; quando nos damos conta da nossa verdadeira identidade; quando deixamos de ser habitantes de um planeta e nos tornamos cidadãos do universo! Este momento equivale, para fazer uma analogia grosseira, aquela pessoa que terminou uma demorada formação escolar e que não mais precisa se debater sobre matérias básicas, porque chegou ao fim de um ciclo e agora deve aperfeiçoar-se, especializar-se, ou seja, melhorar sempre mais porque a fase das lições rudimentares já passou.
Hoje me sinto assim e afirmo que é muito bom estar nessa fase, mas é preciso que se diga que não é fácil chegar até aqui, porém, é um caminho inevitável, um caminho que não aceita retorno. Para chegarmos a este estado de gratidão interior, este estado de calma e tranquilidade, devemos estar atentos para algumas instruções basilares. Onde encontrar estas instruções? No evangelho de Jesus Cristo. Lá encontraremos um roteiro seguro para chegarmos à nossa libertação. Ensinamentos muito simples, mas que podem nos conduzir a uma evolução segura e constante.
Hoje em dia temos a impressão de que existe, por parte de muitas pessoas, uma certa aversão ao evangelho do Cristo. Por que isso está acontecendo? Entre outras razões pelo modo insensato, deturpado, egoísta e ambicioso que os ensinamentos do mestre têm sido usados. Estamos vendo crescer com incrível rapidez na sociedade uma quantidade imensa de instituições financeiras que se escondem covardemente por trás dos ensinamentos deturpados do sublime Mestre. Como dizia Jesus, precisamos separar o joio do trigo; separar o ensinamento daquele que ensina; separar a riqueza espiritual das palavras do Mestre das interpretações deturpadas dos falsos profetas da atualidade. Precisamos aprender a separar o que é do Cristo do que é do homem; o que é puro do que é contaminado. Filtrar todas estas leituras pelo filtro do bom senso e guardar para nós somente a essência daquilo que foi deixado por Jesus e por outros grandes mestres que estiveram entre nós. Precisamos retornar à pureza dos ensinamentos. Entendê-los como os entendiam os primeiros cristãos, para os quais não havia o talvez, era sim ou não.
Ao longo da história as palavras do Mestre foram transformadas em meios. Meios para o domínio das pessoas; meios para o enriquecimento ilícito; meios até para se promover guerras. Chegou a hora de darmos um basta a tudo isso. Precisamos estar atentos, principalmente os espiritualistas e todos aqueles que não se deixam influenciar pelas ideias disseminadas pelos representantes da deturpação. Devemos nos colocar como sentinelas avançadas para orientar, sempre que se fizer necessário, todas as pessoas que nos procurarem ou que cruzarem nosso caminho, para que elas não se deixem levar por estas interpretações errôneas que ao longo do tempo foram deturpando os ensinamentos sublimes do Mestre.
Aqueles que já estão em fase de conscientização; que começam a despertar do sonho da matéria; que começam a abrir os olhos para a realidade do mundo espiritual – o verdadeiro e original mundo, não podem fugir à essa responsabilidade, qual seja, a de contribuir com sua orientação para o despertar daqueles que ainda dormem. Devemos despertá-los sem demora.
O planeta terra somente se transformará num mundo melhor quando nós entendermos e divulgarmos que o amor é a única saída. Não existe outro caminho. Quando o mestre disse: ‘’ninguém vem ao Pai senão por mim’’ quis dizer que ele representava o amor de Deus pelas suas criaturas e que só poderíamos evoluir para Deus através do amor. Assim é que devemos entender Jesus Cristo – como o caminho para Deus e não de outro modo.
Aquele que consegue este despertar e principia sua libertação vai sentir, sem que alguém lhe imponha, uma necessidade de ajudar os outros para que também despertem de seus sonhos materiais. Vai sentir um desejo de encaminhar todos para a luz da qual ele mesmo se beneficia. Porque foi assim que o Mestre ensinou - que espalhássemos o amor aos quatro cantos da Terra. O desperto sabe que não será feliz enquanto houver qualquer irmão em dificuldade, preso à ignorância. O desperto sabe que é parte de um Todo e o Todo não pode prescindir de nenhuma de suas partes, pois do contrário não seria o Todo.
Hoje me sinto assim, grato, consciente, desperto e no caminho da libertação. É por isso que sinto o desejo de orientar, o desejo de conduzir outros irmãos para a luz, porque não me sentirei realizado enquanto não ver todos os companheiros de jornada no caminho que leva à Fonte Primeira.
Precisamos mesmo aprender a separar algumas coisas. Uma das principais é separar o ensinamento do Cristo do cristianismo construído pela ambição humana. Sempre que estivermos tratando dos ensinamentos do Cristo, precisamos estar atentos para o que é realmente do Cristo e o que foi acrescentado pelo homem. Um modo muito simples de separar estas coisas é pensar que Jesus Cristo não tratou em nenhum dos seus ensinamentos de coisas materiais. Todas as suas lições se referiam ao mundo espiritual. Mesmo quando em suas parábolas utilizava exemplos de coisas materiais, no fundo, em essência, ele se referia às coisas espirituais. Ele se referia ao Reino de Deus e não ao Mundo de Mamon. “O que é da carne é da carne, o que é do espírito é do espírito”. O Mestre não tratava das coisas da carne e sim das coisas do espírito. Ninguém mais do que Ele tinha consciência da transitoriedade das coisas materia
is, de modo que Ele não perderia seu tempo precioso para nos ensinar como administrar coisas materiais e passageiras. Seu objetivo maior era transmitir os ensinamentos que visavam a melhora de nossos espíritos eternos.
É muito importante que não nos deixemos contaminar pelas deturpações que o homem acrescentou ao evangelho do Mestre. Precisamos estar atentos para não nos transformarmos em preconceituosos em relação ao evangelho. Quando pensarmos em evangelho, devemos estudá-lo como alguém que está sentado na relva ouvindo o Próprio Mestre, como se estivesse pessoalmente no Sermão da Montanha. Ouçamos o Mestre e não as Igrejas; ouçamos o Mestre e não os pregadores. O Evangelho, apesar de ser o código ético-moral mais elevado que existe, é muito simples e não precisa de interpretações complexas e longas para ser decifrado.
Como um espírito que se conscientizou e principia a sua libertação, sinto-me na obrigação de fazer com que outros irmãos sigam o mesmo caminho para que possam como eu, sentirem-se plenos no amor do Cristo e no amor de Deus. Por isso, meus irmãos, desejo que todos possam se conscientizar da brevidade e da transitoriedade da vida material e possam sentir esta leveza que sinto e principiarem a sua própria libertação através dos ensinamentos deixados pelo Mestre dos Mestres -  Jesus Cristo.

Muita paz e muita luz.

“O conhecimento leva à libertação. O amor leva a Deus!”

Victor


OuhouHou se fazia  se

Mensagem psicografada em 23/01/2017

segunda-feira, 2 de janeiro de 2017

Mensagem natalina de um Preto Velho


Epa! O nego véio quer falar alguma coisa do Natal também.
Essa é uma época muito boa. Tem gente que não gosta, porque nessa época a gente é as vezes obrigado a sorrir um pouco mais, tirar o fel da nossa vida e fazer ela um pouco mais doce.
Meu Deus! É uma época muito especial mesmo! O que se comemora não é pouca coisa não. É a vinda de um espírito muito evoluído, muito iluminado, que ninguém sabe direito o tanto que Ele é importante. Tão importante que é respeitado em tudo que é religião neste nosso Brasil Grandão e quase no resto do mundo todo.
Ele é o homem que trouxe o amor como a sua maior lição. Que mostrou que devemos amar ao próximo como a gente ama a si mesmo. O que esse homem fez não foi pouca coisa não.
Ele deu a receita pra consertar o mundo! O duro é entender porque as pessoas não conseguem compreender uma mensagem tão simples. Por que será que tão difícil enfiar nas cabeças das pessoas que as coisas só vão melhorar quando a gente praticar o amor universal. Quando a gente amar todo mundo sem querer saber se é preto ou branco, se é feio ou bonito.
O problema é que as pessoas não se conformam em ter menos do que as outras. Se o vizinho tem um carro bonito, o outro que ter um carro mais bonito ainda. E assim é com todas as coisas. O que as pessoas precisam aprender é a compartilhar as coisas. Num tá vendo que a gente nunca vai ser feliz enquanto tiver gente passando necessidade do nosso lado?
Parece que as pessoas não querem entender as coisas mais simples. Veja a lei de atração. Tem coisa mais simples? Semelhante atrai semelhante. Coisa ruim atrai coisa ruim. Coisa boa atrai coisa boa. Mesmo assim essa lei num entra nas cabeças das pessoas. Parece que o povo gosta mesmo é daqueles líderes que falam bonito, que usam roupa bonita. Que falam tanta coisa com palavras tão difíceis que a pessoa nem entende mas acha tão bonito que não querem nem saber quer dizer. Não intende e não fala que não entendeu pra não passar por burro e diz que tá tudo certo.
Sabe meus fio, precisamos aprender a ver a essência das coisas e não as coisas da aparência. Às vezes, por trás da beleza se esconde o veneno. Basta ver as cobras. Num tem bicho mais bonito, mas quanto mais bonito, mais venenoso. Antes da gente dizer se uma coisa é boa ou ruim a gente precisa entender que está por trás das palavras, por trás da aparência. Vamos fazer assim com Natal – êta época bonita! Vamos tentar entender o que é que tá por trás de tanta festa e tanta comilança. Vamos entender que o Natal é a época que marca a vinda do amor para a Terra como a lei mais simples e mais completa.
Vamos entender que o Natal quer dizer compartilhar, dividir as coisas que temos com os que tem menos. Se a gente fizesse um natal que não se acabasse, o mundo seria um lugar maravilhoso da gente viver, né mesmo?
Aconselho vocês, neste Natal, refletir um pouco sobre a verdadeira importância do Natal e pensar que a gente deveria viver como se todo dia fosse Natal. Não basta ajudar as pessoas ou dar uma esmolinha neste dia e continuar sendo egoísta o resto do ano, né mesmo?
Que o pai Oxalá abençoe a todos vocês e que esse seja o Natal mais bonito de todos que já existiram. Vamos pensar sempre nos mais necessitados, até porque quando a gente ajuda eles tá ajudando a gente mesmo.

Pai Joaquim


Mensagem psicografada em 19/12/20169

sábado, 17 de dezembro de 2016

Mensagem sobre a humildade, por um Preto Velho.


Por que é que a gente precisa ser humilde? Vamos pensar um pouco sobre isso?
O que significa essa tal de humildade? Parece coisa de gente coitadinha que num tem nem coragem de se impor na vida, né mesmo? Mas né isso não fio. Humildade é a condição da pessoa que reconheceu que é muito pequena em relação ao mundo e em relação ao Criador.
A pessoa que pratica a humildade tem mais facilidade pra receber as bençãos do Criador, porque o coração da pessoa humilde é mais puro e o amor que é a essência de Deus e que também é coisa pura, penetra nesse coração com mais facilidade.
Ô meu Deus! É tão triste ver uma pessoa que se acha melhor do que as outras né fio. Esse coitado tá enganando a si mesmo, porque no fundo ele sabe que num é nada frente ao poder de Deus. Ele, na verdade, só finge que é forte, mas quando tá sozinho chora feito criança! Essa pessoa metida a forte - prepotente tá sempre sozinha. A maioria das pessoas toleram ela por outros motivos, mas nunca porque gostam dela. O prepotente é sempre solitário. Então meus fio, pra num cair na solidão tratem de cultivar a humildade. E pode ter certeza de que se alguém num gostar de você porque você é humilde é porque essa pessoa tem problemas sérios.
Agora, é preciso tomar cuidado com umas coisas. Com a falsa humildade...É quando a gente só banca o humilde, mas na verdade tá é querendo ser melhor que os outros. Por exemplo: quando você sabe que tem um pouquinho mais de conhecimento que os outros e fica se fazendo de burro só pra mostrar que é humilde. A outra pessoa percebe que você tá fingindo pra ela pensar que você é humilde. Ao invés de atrair o amor e a admiração dessa pessoa, você atrai justamente o contrário. A pessoa vai ver que você é metido e gosta de humilhar os que tem menos conhecimento.
A humildade é uma coisa que não deve ser mostrada só pra parecer. Ela tem que ser uma coisa natural que venha do coração. A humildade, a verdadeira, ela não faz as pessoas se sentirem diminuídas em relação as outras. Num tem coisa mais bonita que uma pessoa humilde. Uma pessoa que sabe um pouco mais que os outros, mas nem por isso se sente melhor, porque ele sabe que nessa Terra a diferença do mais sábio pro mais burrinho é muito pequena quando comparada com a sabedoria dos espíritos superiores que comandam tudo aqui na terra.
Então meus fio, se posso dar um conselho pra vocês eu digo que vocês precisam começar cultivar ou continuar cultivando a humildade em seus corações, porque sem ela, vocês podem ter certeza de que você não vão evoluir não. Vamos aprender a respeitar as condições morais e a inteligência dos outros porque a gente num sabe o que as pessoas pensam. Às vezes a pessoa parece burrinha, mas ela é muito mais sábia do que nós. Num vamos nunca perder a chance de ser humilde. Com isso a gente só tem a ganhar.
Vamos pensar no maior homem que já teve aqui na Terra. Ele deu algum exemplo de soberba? Ele deixou de atender alguém porque era pobre ou porque era pessoa simples? Claro que não! O Cristo é o maior exemplo de humildade que a gente tem, então vamos seguir seu exemplo!
Que o Pai Oxalá proteja todos nós. Peço pra vocês que pensem um pouco nessas palavras, porque sem humildade a gente num vai chegar à lugar nenhum.
Pai Joaquim

Mensagem psicografada em 12/12/2016

O caminho e o caminhar

                             













                        Para onde devemos caminhar?

                Esta pergunta bastante genérica pode querer dizer muitas coisas, mas no nosso caso particular, que escrevemos sob a luz do espiritualismo universalista, seu sentido é bastante simples de ser apreendido. Quando fazemos esta pergunta a resposta é: Devemos caminhar para Deus, a Origem e a Fonte da Vida. Devemos caminhar para a comunhão com o Todo.
                Há coisas que, para serem melhor entendidas, devem ser separadas. Uma coisa é o caminhar, outra coisa é o caminho. Este último é a senda, as referências pelas quais devemos nos guiar. São as margens que devemos obedecer para não nos perdermos e nos distanciarmos daquilo que já foi de antemão traçado, mesmo antes de encarnarmos. O caminho significa também as etapas que devemos superar; os obstáculos que devemos ultrapassar; as pedras que teremos que pisar com nossos pés descalços. Em resumo, significa o conjunto das situações que temos que vivenciar para podermos atingir nosso destino final. Fazendo uma analogia simplória, podemos dizer que o caminho é a vida na matéria e o caminhar são as atitudes e as escolhas que o espírito vai fazendo durante a sua peregrinação no mundo material – o mundo da ilusão. O caminho é tudo aquilo que nos é oferecido para que o espírito possa experimentar e fazer suas escolhas, para depois avaliar se saiu-se melhor ou permaneceu na mesma condição em que se encontrava. Para ser mais claro, o caminho são os meios e o caminhar são as decisões que vamos tomando e que vão nos levando em direção ao nosso destino final.
                Desta singela digressão podemos inferir que o caminho está, de certo modo, em segundo plano numa escala imaginária de valores. O caminho pode ser suave ou áspero. Pode ser fresco e à sombra ou pode ser quente e causticante, ou seja, o caminho pode mudar e se apresentar de várias formas, mas o caminhar não permite mudanças – seu rumo é único, e por mais que nos desviemos do caminho nos afastando do objetivo que precisamos alcançar, mais cedo ou mais tarde temos que retornar e caminhar na direção certa. E mesmo que o caminho se torne mais cheio de obstáculos e dificuldades em função dos desvios, o caminhar precisa prosseguir, pois o destino está traçado e dele não podemos fugir. Não há opção de voltar.
                Podemos assim dividir a evolução do espírito em dois elementos: O mundo material representando o caminho a ser percorrido e a vida espiritual como o caminhar. O primeiro é o mundo das formas que formam os limites para as experiências e o segundo é o movimento do espírito em direção ao seu Criador. A ideia que pretendemos expor aqui com essa divisão entre caminho e caminhar tem como objetivo estabelecer para cada um o seu devido valor. O caminho representado pela matéria é importante, claro, pois é através dele como meio e instrumento que vivemos nossa experiência e trabalhamos para nossa evolução, mas nunca poderemos dar a ele a mesma importância que o caminhar que é o movimento de espírito imortal e seu destino inexorável: os braços do Criador!
                Muitos de nós, através de nossas escolhas, optamos por dar mais valor ao caminho do que ao caminhar. Falamos aqui daqueles que se apegam à matéria e vivem como se as coisas externas e passageiras fossem mais valiosas que as experiências do espírito e sua ascensão para o mais alto. Nesse caso, o que acontece é que num belo dia esta pessoa chegará ao fim do suposto caminho e perceberá que estava num desvio e que não andou quase nada. Perceberá que se encantou com o caminho e esqueceu de caminhar, permanecendo ainda distante de sua meta.
                É importante que estejamos atentos para esta questão. O que é mais importante, o corpo do homem ou a essência do homem? O caminho ou o caminhar que o levará ao seu destino? Devemos caminhar conscientes da importância do caminho e de sua utilidade, mas devemos estar também conscientes de que o destino precisa ser alcançado. O caminho vai ficando para trás enquanto o destino está sempre à frente e é ele que nos motiva a continuar caminhando. É bem verdade que existem caminhos encantadores que nos iludem com sua beleza passageira, mas devemos saber que as flores murcham, mas os espinhos permanecem.
                O caminho – a matéria é alguma coisa que existe temporariamente e que é necessária, mas é algo que deve ser superado. Essa é a natureza do caminho: ser percorrido. A jornada do espírito na matéria deve ser entendida como algo passageiro que deve ser superado para que novos caminhos nos sejam oferecidos. Por isso temos que nos acautelar com os caminhos. Não podemos parar e permanecermos estáticos, pois a natureza do espírito é o movimento; é o caminhar para a luz.
                Com essa nossa analogia, esperamos despertar nas pessoas a ideia de que a matéria, caminho passageiro, é algo que tem o seu valor, mas nunca poderá ser comparado com a caminhada do espírito, cuja marca principal é imortalidade. O espírito e sua evolução estão acima de qualquer coisa material, cuja marca principal por sua vez é o caráter passageiro.
                Vamos caminhar, seja devagar ou depressa, lembrando sempre que temos uma meta à alcançar e sabedores de que o que nos espera é mil vezes superior à beleza fugaz de qualquer caminho que viermos a percorrer. Ao longo de nossa caminhada vamos desenvolvendo os valores do espírito, aqueles que não ficam para trás e que farão sempre parte de nosso ser.
                Algumas pessoas podem pensar que tudo isso é algo sem sentido, mas isso ocorre porque elas ainda não se conscientizaram de que a caminhada do espírito é uma finalidade em si mesma. A busca por Deus possui um sentido em si mesma. Quando nos sentirmos cansados em nossa caminhada busquemos focar em nosso destino que é Deus. Ele é nosso sentido e a nossa meta. E ainda que jamais o alcançássemos, o que não é verdade, a busca por Ele já seria um sentido suficiente para o espírito. O desejo de sua Luz já é por si mesmo razão bastante para prosseguirmos em nossa caminhada.
                Portanto, vamos continuar sempre em frente meus irmãos, sabedores de que os caminhos passam e que o caminhar deve continuar. Repetindo, a natureza do espírito é o movimento em direção ao seu Criador.

                Muita paz, muita luz, muito movimento, porque a vida é movimento.

                Victor

Mensagem psicografada em 12/12/2016

sábado, 10 de dezembro de 2016

Falando um pouco de Depressão.












Queridos amigos.
É sempre bom podermos nos manifestar e transmitir a todos que venham a ter contato com nossos textos, estas singelas mensagens que visam não somente consolar, mas também trazer alguma orientação para os irmãos que se encontram em meio à caminhada.
Falaremos hoje de algo que perturba muita gente. Falaremos da tão propalada depressão, doença que arrasta muitas pessoas para situações degradantes e que chega, quando em seu estágio mais grave, a levar pessoas ao suicídio. É bastante conhecido o fato de que pessoas acometidas pela depressão nutrem pensamentos e desejos mórbidos de dar cabo à própria vida. Este não é um tema fácil, muito pelo contrário, trata-se de um problema complexo e composto de várias possíveis causas que podem ser físicas e/ou causas espirituais.
O que é a depressão?
Não pretendemos expor aqui uma definição da depressão em termos médicos, até porque não é nossa intenção e nem nossa especialidade. Para quem quiser aprender mais sobre esta doença existe literatura médica extensa e abrangente. Vamos falar dela como a entende a pessoa comum que a vê como um estado de tristeza profunda que acomete pessoas de todos os tipos, de todas as raças, sejam pobres ou ricas. Uma tristeza profunda caracterizada por sintomas físicos e psíquicos tais como insônia, dores de cabeça, perda de apetite, variação de humor, choro sem causa aparente, entre outros. Este mal pode ter causas conhecidas ou desconhecidas e ocorrer associada a outras doenças. Ela pode ser desencadeada por problemas de relacionamento com outras pessoas. Pode ser desencadeada pelo desprezo por parte de outra pessoa ou mesmo pela “perda” de alguém por diversas razões, como por exemplo desencarne, separação, etc. A depressão também pode surgir sem razão aparente, como se a pessoa tivesse uma pré-disposição para tal. A pessoa é acometida por uma enorme tristeza e começa a sentir falta de sentido para a vida, caindo num terrível desânimo.
É compreensível que algumas pessoas considerem a depressão como uma espécie de fraqueza da pessoa portadora deste mal, notadamente porque muitas pessoas não são susceptíveis à depressão. Tais pessoas já trazem em seu espírito um antídoto contra esse mal, em alguns casos porque já sofreram desse problema em encarnações anteriores. Essas pessoas não aceitam a depressão como uma doença por não compreenderem como pode uma pessoa que tem tudo para ser feliz, de repente não dá valor para mais nada e cair nesse estado de torpor e de tristeza enquanto existe tanta gente que gostaria de ter a vida que ela tem. Algumas pessoas chegam a considerar a depressão como “frescura” ou coisa de gente mimada.
Existe por parte daqueles que tratam essa doença uma dificuldade em diagnosticar o problema, pois muitas vezes ele ocorre associado a outras doenças psíquicas. Existe também a questão do tratamento, normalmente feito à base de drogas antidepressivas que, em alguns casos, tornam o depressivo também num dependente desses medicamentos. Claro, precisamos reconhecer que em alguns casos estes tratamentos funcionam, embora a possibilidade de recaída seja muito grande, uma vez que não foi tratada a causa do problema.
Não queremos e nem podemos fazer aqui um tratado médico acerca da depressão. Fizemos esta pequena introdução de caráter explicativo apenas para sabermos, ainda que em linhas gerais, do que estamos falando. Nosso principal objetivo é mostrar um lado da depressão que não é considerado pela medicina convencional e, com raras exceções, por seus representantes. Queremos trazer à baila, um componente da depressão – o fator espiritual. É de conhecimento geral no meio espiritualista que nós encarnados sofremos influência dos espíritos (homens desencarnados). Estes podem ser bondosos e bem-intencionados, cujo desejo e ver nosso progresso, mas também podem ser maldosos e desejosos de nos prejudicar por diversos motivos. Muitos desses espíritos são antigos desafetos ou pessoas que prejudicamos de alguma forma. O que acontece é que, esses espíritos se aproveitam daqueles momentos em que o encarnado se encontra abalado e/ou debilitado por algum acontecimento desagradável ocorrido em sua vida. Entram no campo energético dessa pessoa e lhe transmitem todo tipo de pensamento negativo e destrutivo, aumentando seu desiquilíbrio e sua tristeza. Enchem-lhe o coração de mágoas e insuflam-lhes a revolta, principalmente contra Deus. Instigam a pessoa a pensar que Deus não existe; que Deus é injusto; que ela não merece o sofrimento pelo qual está passando.
Com o passar do tempo esta influência vai se tornando tão frequente que a pessoa não consegue mais se libertar dos pensamentos e sentimentos negativos do obsessor. Pensamentos estes que ela pensa serem seus.  Assim, os laços energéticos entre obsessor e obsediado vão se estreitando a ponto de não mais se sentirem confortáveis, tanto um quanto o outro, quando se separam, ainda que por poucos minutos. O que era uma má influência se transforma em obsessão e depois ocorre uma verdadeira simbiose entre vítima e algoz. De um modo geral, isso também ocorre com os viciados e com os espíritos que ainda sentem falta de determinadas substâncias que consumiam de modo doentio quando encarnados. Através desses “médiuns inconscientes” estes espíritos satisfazem seus desejos. Comandam a vítima através de suas doentias sugestões. A relação obsessor-vítima é uma relação doentia. Eles se unem de um modo tão intenso que chegam a pensar como uma só pessoa. Nos casos em que a depressão leva a vítima ao suicídio, algumas duplas continuam sua relação doentia no plano astral
Se os médicos pudessem e/ou quisessem levar em consideração o fator espiritual, poderiam, paralelamente ao tratamento médico físico e psíquico, encaminhar essas pessoas para tratamento espiritual, no qual seria feito trabalho visando o desligamento do obsessor, facilitando o trabalho médico e o tratamento aplicado. Podem argumentar que se fosse fácil assim já não teríamos mais depressão no mundo! Não é bem assim. Grande parte das pessoas sequer acreditam que existe o fator espiritual, considerando isso como crendice popular – coisa de gente ignorante! O sofrimento do depressivo pode sim ser aliviado com o afastamento do obsessor. Afastando o algoz, a vítima fica mais consciente de si e mais forte para rejeitar os pensamentos negativos e autodestrutivos característicos da depressão.
Podem também argumentar como é possível que Deus, o Criador, Oxalá, ou qualquer outro nome pelo qual o chamem, pode permitir que esse tipo de coisa aconteça. Parece uma crueldade que uma pessoa possa ser influenciada por outra para se destruir fisicamente. O que ocorre aí, não é nada mais, nada menos do que as leis de causa e efeito e de atração funcionando de modo justo. Em muitos casos é a vítima, futuro depressivo ou depressiva, que atrai o obsessor pelas suas vibrações nem sempre saudáveis. Muitos já trazem em sua bagagem espiritual como já foi dito, uma pré-disposição para o estado depressivo, por causa de remorsos que, apesar do esquecimento proporcionado pela nova encarnação, ainda persistem e afloram, desencadeados por algum evento desagradável, quando não pela própria pessoa, por seu desprezo pela vida ou pelas pessoas que a cercam.
Como se trata esse problema? O que é feito para que o obsessor se afaste? É feito um trabalho de doutrinação e orientação, tanto para o obsessor quanto para o obsediado. Em linhas gerais, respeitando a particularidade de cada casa espiritualista onde se faz o tratamento espiritual, o que é feito é o seguinte: Ao obsediado é informada sua situação, ou seja, de que está sob influência espiritual maléfica e orientado sobre o que deve fazer para se livrar deste assédio. São feitos trabalhos de limpeza energética e fortalecimento através de passes ou quaisquer outros métodos de doação de energias salutares. Ele é orientado a mudar seu padrão vibratório através do cultivo de bons pensamentos e de atitudes positivas em relação ao próximo e a vida de um modo geral. Não é um trabalho fácil e nem um trabalho rápido. Não é o tipo de trabalho no qual se possa estabelecer tempo para terminar e infelizmente nem todos os casos são resolvidos, pelo menos na encarnação presente.
Com o obsessor é feito um trabalho de doutrinação onde lhe é mostrado que o maior prejudicado pelas suas atitudes doentias é ele mesmo. Suas ações como perseguidor só o prejudicam. Lhe é informado que ao invés de se beneficiar com o sofrimento do outro, na verdade ele está é acumulando mais dívidas que mais cedo ou mais tarde terá que pagar. É aconselhado a procurar ou se deixar levar por benfeitores espirituais que o ajudarão e lhe conduzirão ao caminho correto que deve tomar. É levado para instituições no astral, onde receberá tratamento apropriado ao seu caso e orientação que o ajudará a compreender o quão danosas para si são suas ações para prejudicar o outro.
Pode parecer estranho, mas o fato é que na maioria dos casos de depressão existe o componente espiritual. Espíritos dispostos a prejudicar os encarnados é o que não falta no astral e o pior, como já dissemos, em muitos casos são os encarnados, através de suas vibrações que os atraem. Por isso é que precisamos estar atentos àquilo que desejamos; àquilo que pensamos e aos sentimentos que cultivamos. Nossos pensamentos quando empobrecidos por sentimentos negativos são como bandeiras expostas chamando atenção de espíritos desejosos de fazer o mal. Quando, ao contrário, nossos pensamentos são acompanhados de bons sentimentos como amor e desejo de bem-estar para com as pessoas que nos rodeiam, eles se transformam em verdadeiros faróis na escuridão, afastando os espíritos afeitos à maldade que, pela lei de atração, procurarão outras pessoas que vibrem em sua frequência.
É comum ouvirmos dizer que é melhor prevenir do remediar, não é mesmo? No caso da depressão isso se aplica muito bem. Tenham certeza de que, se cultivarmos sentimentos e pensamentos amorosos e construtivos, carregados de desejo de felicidade para com os outros, estaremos nos vacinando contra o mal da depressão. E mesmo que acorra algum evento desencadeador de um processo de tristeza e consequente depressão, teremos forças para lutar e ainda seremos ajudados por bons espíritos que nos darão mais força ainda para combatermos essa doença. Do mesmo modo que os nossos pensamentos ruins atraem os espíritos que estão no mal, os bons pensamentos atraem os bons espíritos que trabalham a favor da evolução humana. Está, de certo modo em nossas mãos, a possibilidade de cairmos ou não nessa armadilha.
Queridos amigos, a depressão é um problema realmente sério e que deve ser tratado como tal. Quando nos depararmos com pessoas que sofrem desse mal, sejamos compreensivos para com elas e, se possível, orientemos estas pessoas para que mudem seus pensamentos e seus sentimentos, pois isso as ajudará a afastar possíveis obsessores e as tornará mais fortes para enfrentar qualquer influência externa.
Um recurso indispensável que podemos recomendar para essas pessoas é a prece direcionada a Deus, a Jesus, aos bons espíritos ou a entidade benfazeja que a pessoa tenha fé. Uma prece sincera, feita por alguém que pede e que precisa de ajuda é sempre atendida. Pela prece nós estabelecemos ligações energéticas com o mais alto, recebendo forças para resistir às influências nefastas dos obsessores. Outra recomendação importante para as pessoas deprimidas é que façam uso de leituras construtivas que elevem seu espírito e o seu padrão vibratório. Leituras que falem da valorização da vida e da importância do amor.
Essas recomendações parecem simples, mas acreditem, podem ajudar muito, embora saibamos que o problema inspira muitos cuidados. Acreditamos também que nada pode substituir o amor como remédio para todos os males. Ao deprimido, mostre que ele é amado, mostre que você se importa com ele e isso fará com que ele se sinta melhor e fará com que ele deseje retribuir esse amor.
Procuramos aqui apresentar alguns recursos simples que podem ajudar as pessoas acometidas pela depressão. Pensamos que toda ajuda é bem-vinda nesses casos. Este é um problema que não diz respeito somente a pessoa deprimida, mas importa a todos, porque nos dias em que vivemos a depressão começa a tomar caráter epidêmico. Não estamos sós nessa luta. Pela prece sincera podemos estabelecer as relações energéticas que podem nos proteger ou nos ajudar a combater este e outros males que afetam a humanidade contemporânea, sejam eles físicos ou espirituais.
Sabemos que não estamos trazendo nenhuma novidade, pois o fator espiritual nos casos de depressão já foram e ainda são pesquisados e estudados, e seus resultados escritos em muitos livros espíritas ou espiritualistas, porém, acreditamos que nunca é demais pedir que as pessoas fiquem atentas e melhor informadas a respeito de um problema tão grave. É nosso desejo que estas palavras possam, de algum modo, ajudar um pouco na compreensão deste problema.

Muita paz, muita luz e muita alegria, porque a maior arma contra a tristeza é a alegria.

Victor.


Mensagem psicografada em 05/12/2016.

sábado, 3 de dezembro de 2016

Agradecimento
















             
                 Devemos ser gratos sempre.
                 Em todos os momentos de nossas vidas devemos agradecer.
                A que ou a quem devemos ser gratos? E por quê?
                Em primeiro lugar devemos ser gratos por estarmos aqui, num planeta belíssimo, passando por esta incrível experiência chamada encarnação, na qual aprenderemos de uma forma mais intensa as lições que nos farão melhores do que somos hoje, levando-nos para uma condição espiritual melhor, ou seja, nos colocando numa posição mais elevada na escalada evolutiva.
                Devemos agradecer todos os dias ao Criador, mesmo sendo tão difícil para nós, em nossa condição evolutiva entendermos o que é a divindade. A dificuldade se torna maior porque nosso pensamento é muito influenciado e condicionado pelas mais estapafúrdias tentativas de definição da divindade que a humanidade vem fazendo ao longo do tempo. Mas isso não significa que não possamos sentir a presença de Deus em nossas vidas e mostrarmos um pouco de gratidão.
                O Criador, Deus, Oxalá ou qualquer nome pelo qual o chamemos, não pode mesmo ser compreendido em toda a sua plenitude. Não temos condições psíquicas de compreendê-lo. Podemos até dizer que nos falta sentidos para isso. É complicado para nós, em nosso estágio atual de desenvolvimento, compreendermos coisas como o infinito, o eterno e o atemporal, entre outras coisas.
                Como já se falava há muito tempo atrás: “pelas obras se conhece o autor”. É com isso que devemos nos conformar por enquanto. O homem atento perceberá, em toda a natureza, uma força, uma energia que a tudo permeia e que a tudo dinamiza e coordena. É essa força invisível que faz, por exemplo, com que cada espécie saiba, ainda que instintivamente no caso dos animais ditos irracionais, o que devem fazer e o que devem comer; como criar seus filhotes, enfim, o que é melhor para ela.
                Para nossos olhos não é uma força visível. Nossos sentidos ordinários não a podem detectar, mas mesmo assim esta força faz com muitas pessoas acreditem, embora não saibam explicar como, que existe uma direção, um sentido, algo mais além da matéria bruta.
                Devemos ser gratos até mesmo pela nossa ignorância. Ela nos mostra o quanto ainda temos para aprender; o quanto ainda precisamos evoluir para podermos entender tantas coisas que nos rodeiam – coisas visíveis e invisíveis.
                Aqueles que já desfrutam de uma convivência com a espiritualidade tem uma razão a mais para agradecer, porque saíram do estado de “crença” e já estabelecem relações com essa espiritualidade, cuja presença é a prova maior de existe algo mais.
                Devemos ser gratos por sermos quem somos; por estarmos individualizados e compreendermos que somos algo fora das outras coisas - alguém que percebe as coisas. Este privilégio, esta felicidade, só o homem aqui na Terra possui. Não é este um bom motivo para agradecermos?
                Devemos agradecer pela saúde física que gozamos e devemos também agradecer pela doença que nos mostra e nos faz compreender como é bom o “bem estar”.
                Devemos ser gratos pelas pessoas que nos rodeiam, porque é através delas que exercitamos e desenvolvemos os sentimentos que nos aproximarão e que nos levarão de volta ao Criador.
                Devemos ser gratos por toda a gama de conhecimentos que já temos à nossa disposição e que só depende de nós mesmos para acessá-los, pesquisá-los e tirarmos nossas conclusões sobre tudo aquilo que nossos poucos sentidos podem perceber.
                O sentimento de gratidão é uma das forças que vai aproximando o homem de seu Criador. A gratidão nos coloca num estado de espírito que faz com que nós aceitemos nossas dificuldades e nossas fraquezas de um modo menos dolorido.
                É mesmo uma pena que alguns de nós ainda persistam na tentativa de entender o Criador de um modo racional. Chega a ser um absurdo um homem tão pequenino em relação ao Cosmos querer compreender, julgar, classificar aquilo que chamamos de O Criador. Deus é aquele que está acima de todas as categorias criadas pelo homem para descrevê-lo, para classificá-lo. Sejamos gratos pela vida, pela chama de vida que pulsa em nós, e que nem isso somos ainda capazes de compreender.
                Vamos aproveitar a oportunidade que temos para aprender. Vamos aproveitar cada experiência que tivermos em nosso dia a dia para crescermos e assim nos tornarmos mais aptos a compreender, ou pelo menos sentir, que há uma força maior que a tudo comanda.
                Precisamos compreender que nem tudo nos é possível conhecer. Dizemos isto, não porque alguma coisa deva permanecer secreta ao homem, mas dizemos isto porque não temos os meios para conhecer coisas que estão acima dos nossos sentidos ordinários. Existem outras formas de conhecimento além daquelas que conhecemos e que são orientadas pela racionalidade, porém, para acessar esse tipo de conhecimento o homem precisa se despir de sua arrogância e permitir que sua imaginação viagem além dos limites de seus preconceitos e ilusões. O homem precisa ter consciência de sua pequenez e de suas limitações neste orbe ao qual está atrelado para não dizer encarcerado.
                Essa ansiedade por desvendar aquilo que ainda está por ser descoberto é muito natural, mas não deve ser motivo de apreensão, pois tudo será dado a conhecer ao homem, porém, tudo no seu devido tempo. Não é razoável ministrar conhecimentos que as pessoas não estão ainda em condições de apreender. Não se pode ensinar a somar alguém que ainda sabe o que são os números.
                Sejamos gratos pelo já sabemos e pelo que ainda vamos saber com o nosso desenvolvimento espiritual. O conhecimento é luz - a mais brilhante de todas as luzes, mas se for aplicado em excesso pode cegar ao invés de trazer maior claridade.
                A humanidade vive uma fase onde a dúvida é uma constante e é assim que deve ser. Cuidado com os homens que têm certezas, pois estes dogmáticos podem conduzir, além deles mesmos, muitas outras pessoas ao erro.
                O que é sábio fazer é continuar estudando e pesquisando nas fontes de que dispomos para encontrar as respostas que procuramos. Nem todas as coisas que precisamos aprender estão nos livros. Muita coisa precisa ser sentida, precisa ser intuída. É comum vermos pessoas aparentemente muito simples que vivem em estado permanente de gratidão, ao contrário de “pretensos sábios”, cuja infelicidade e inadaptação estão estampadas em seus rostos e se expressam descaradamente em sua negatividade em relação a si mesmos e ao mundo que os rodeia. Estas pessoas “simples” possuem uma forma de conhecimento que não pode ser explicada pela racionalidade. Elas vêem com os olhos do espírito. Elas sentem a presença da divindade em todos os momentos de suas vidas e por isso estão sempre tranquilas, sempre serenas. São pessoas que se conformam com sua condição de vida. Que vivem sem se queixar, pois em seu íntimo elas já sabem que tudo isso é passageiro e já sentem também que têm para onde ir quando esta experiência terminar. A gratidão dessas pessoas é a expressão de um tipo de conhecimento que está acima do conhecimento racional.
                Na verdade, o que precisamos é aprender a agradecer mais e nos queixar menos. Quando tivermos o entendimento de que a morte física, ao contrário do que se pensa, não é uma coisa ruim, não é um castigo, então ficará mais fácil de compreendermos o viver. Ficará mais fácil de aceitarmos uma divindade que está acima de nossa capacidade de compreensão. Ficará mais fácil de nos conduzirmos na experiência que ora fazemos.
                Devemos também respeitar e compreender as pessoas que não aceitam ou que não querem aceitar as coisas como elas são, ou como nós pensamos que elas sejam. Devemos entender que elas têm suas razões para pensar assim. Devemos aceitar que cada um está num tipo de experiência diferente do outro, e o que parece tão óbvio e tão claro para alguns, pode ser complexo e inaceitável para outros. Devemos ser gratos e cultivar o respeito para com o próximo, independente do modo como ele pensa. Devemos agradecer por esta diversidade de personalidades com as quais convivemos e por essa diversidade de opiniões, porque é nesse caldo de informações que vamos filtrando aquilo que transformamos em nossa realidade.
                Finalizando, devemos ser gratos por tudo de bom; por tudo de “ruim”; por todos que nos cercam; pelo planeta que nos acolhe e nos nutre; pela oportunidade da vida e do aprendizado que ela proporciona e que está apenas começando.
                Um dia, quando pudermos enxergar mais claramente a realidade, já mais evoluídos, vamos compreender tudo o que hoje é mistério para nós, então finalmente, poderemos compreender toda a Sabedoria do Criador e a beleza de sua Criação.

                Desenvolvamos a gratidão em nós!

                Muita paz, muita luz!


                Victor


                Mensagem psicografada em 28/11/2016

quinta-feira, 24 de novembro de 2016

Um dia especial

 
            Hoje é um dia muito especial.
            E porque dizemos que hoje é um dia especial?
            É um dia especial porque é um dia de contato entre duas dimensões da vida. A vida material e a vida espiritual. Duas realidades que se tocam através do médium, este intermediário que tem a felicidade de poder transitar entre dois mundos.
            Tal é importância do medianeiro que ele deve e precisa mais do que qualquer outra pessoa que deseja se espiritualizar, buscar a melhora interior. A melhora interior que ajudará a torná-lo mais apto para receber com fidelidade as mensagens de planos superiores se for preciso, embora precise também estar disposto e preparado para vibrar nos planos inferiores e captar as vibrações de espíritos menos esclarecidos.
            Tudo no universo é vibração e sintonia. Para podermos captar determinadas ondas vibracionais precisamos estar com nosso aparelho físico e mental em boas condições para podermos sintonizar no canal certo e retransmitir de forma límpida e sem interferências as mensagens que nos serão passadas.
            É muito comum vermos médiuns que começam com grande entusiasmo, mas depois quando as coisas começam a ficar um pouco maçantes e rotineiras desanimam e se tornam indóceis, dando um jeitinho de colocar a culpa de seu fracasso na espiritualidade, dizendo que esta não o prestigia e não o entende. Em todos os casos onde os trabalhos fracassam ou se tornam improfícuos a responsabilidade é quase sempre do médium. Claro que estamos nos referindo a trabalhos com espíritos sérios e comprometidos com a evolução humana.
            Na maioria das vezes esta inconstância tão comum nos medianeiros é provocada pela falta de vigilância, pois quando o médium quando abre os seus canais de recepção para a espiritualidade também o faz para espíritos que desejam brincar, confundir ou fazer maldades, colocando o médium em situações vexaminosas. É sempre oportuno lembrar a mensagem do Mestre: “vigia e orai, porque não sabemos a hora em que vem o ladrão”
            O preparo para um trabalho mediúnico, por mais singelo que ele seja, deve começar nas primeiras horas do dia, em certos casos até no dia anterior. O médium precisa estar bem fisicamente e mentalmente (espiritualmente) para poder captar os pensamentos e as sensações dos espíritos. Ora, uma pessoa que não está bem fisicamente e mentalmente, não está apta a entender nem o que ela mesma pensa ou sente. Nunca é demais avisar que o inimigo está à espreita. Os espíritos não dormem. Eles esperam apenas uma brecha para poder exercerem sua influência sobre os encarnados, e como já diziam os espíritos a Kardec no Livro dos Espíritos : “de ordinário, são eles que vos dirigem”.
O trabalho junto a espiritualidade requer, sobretudo dedicação, preparação, disposição, ou seja, boa vontade.
            Os médiuns devem pensar sempre que eles são exemplo para muita gente. Quando eles se desequilibram fazem com que a confiança das pessoas em seu trabalho e até em suas palavras seja quebrada, gerando desconfiança e dúvida até mesmo sobre sua integridade moral.
            Não se consegue um bom relacionamento com a espiritualidade superior sem que algum sacrifício tenha que ser feito. Sabemos que a vida na matéria não é nada fácil, principalmente para aqueles que ainda são comprometidos com o passado e que estão em trabalho de recuperação nesta encarnação, e uma coisa podemos dizer com propriedade: a maioria dos médiuns está nessa condição. A mediunidade ostensiva lhes foi dada para auxiliá-los a tornar mais efetivo o resgate de suas pendências de encarnações passadas.
            O discurso parece repetitivo, mas é sempre oportuno lembrar que a maioria dos encarnados na Terra não está aqui para gozar de uma vida de prazeres. Estão aqui sim para resgatar faltas passadas e construir sua evolução à custa de sacrifícios e lutas, e curiosamente, é a luta que nos torna mais fortes.
            Aquele que deseja, ou sente, ou anseia pela mediunidade deve mostrar-se disposto ao sacrifício. Deve mostrar-se em condições de receber com amor as mensagens que os espíritos lhe passarão, qualquer que seja a modalidade de mediunidade, em outras palavras, seja qual for o meio de intercâmbio que utilizarão.
            Nós temos um guia infalível. Nossa própria consciência. Quando ela nos incomodar, podemos ter certeza de que estamos no caminho incorreto. Quando, ao contrário, sentirmos aquela sensação de leveza, aquele sentimento bom de que estamos agindo com correção e coerência, é ela nos avisando de que estamos no rumo certo. Vamos usar este guia infalível que temos dentro de nós. Não precisamos consultar oráculos miraculosos para saber quando estamos ou não no caminho certo – nossa consciência nos informa sobre isso!
            “À quem muito for dado, muito será pedido”. Eis aqui outra ideia trazida pelo Mestre que tem muito a ver com o assunto que ora tratamos. Quando o indivíduo recebe ou traz de berço uma mediunidade vibrante, é sinal de que ele terá que utilizá-la para o bem do próximo. Deus não daria um dom precioso para que o relegássemos para segundo plano e vivêssemos uma vida ociosa e inútil, quando poderíamos ajudar muitas pessoas com essa capacidade da qual somos portadores.
            Outra coisa muito importante: uma coisa é a mediunidade, outra coisa é o médium. Nem sempre o bom médium é um médium bondoso. Esta ferramenta é dada, em muitos casos, para aqueles que mais trabalho de resgate têm a fazer. Facilitaria muito a vida do médium se este, paralelamente à sua atividade mediúnica, desenvolvesse também a sua capacidade de amar, de servir, de se dar com boa vontade, não só para as tarefas junto à espiritualidade, mas que desenvolvesse suas virtudes também no seu dia a dia. Isso faria com que sua sintonia melhorasse, seu padrão vibratório aumentasse, tornando-o assim um instrumento melhor no auxílio à espiritualidade.
            Não há tempo para começar a ser um médium melhor. Na eternidade não tem hoje ou amanhã. Sempre é a hora de começar ou recomeçar. Sempre haverá trabalho à fazer, seja neste ou em outros mundos. Então, não vamos deixar para depois o que pode ser começado ou recomeçado agora.
            Vamos trabalhar para sermos melhores. Vamos esquecer um pouco o ego que nos escraviza e vamos começar a pensar na humanidade como um Todo e não como almas separadas umas das outras. Somos partículas do mesmo Criador. Viemos e voltaremos para a mesma Fonte de Amor, e nossa volta só terá sentido se todos voltarem, pois um Todo não pode prescindir de suas partes, pois sem qualquer uma delas por menor que seja, não será um Todo.
            Cada minuto do nosso dia pode ser aproveitado para o nosso crescimento. Os médiuns devem respirar a atmosfera espiritual. Devem sentir-se como espíritos na carne e não carne com espíritos. A supremacia do espírito deve prevalecer para nós.
            O médium consciente sabe que a sua felicidade e sua plenitude como ser não está relacionada a bens terrenos. Sua plenitude só é alcançada no trabalho de intercâmbio e auxílio ao próximo, pois no seu íntimo ele sabe e ele sente que foi para isso que veio à Terra. No trabalho mediúnico ele se sente completo, pleno e nada de material pode substituir esta sensação de estar fazendo aquilo que veio para fazer.
            A mediunidade e o trabalho mediúnico são faróis que clareiam o caminho para a Nova Era de progresso a que a humanidade está destinada. Vamos valorizar a mediunidade estudando-a e nos preparando adequadamente para os trabalhos que nos esperam. Os médiuns serão aqueles que apontarão os caminhos que levarão a humanidade a sua nova fase evolutiva.
            Vamos refletir bastante sobre estas questões que dizem respeito à mediunidade. Nessas questões estão contidas as chaves para abrirmos portas que nos levarão ao progresso espiritual.

Muita paz, muita luz e muita reflexão!

Victor


Mensagem psicografada em 21/11/2016

sábado, 19 de novembro de 2016

Redundância

















Onde há luz não há trevas.

Eis uma frase muito óbvia. Mas que queremos dizer com uma frase tão óbvia quanto essa? Queremos dizer que em nosso dia a dia precisamos aprender a substituir as trevas pela luz.
Por trevas, estamos representando aqui a ignorância que gera o medo; a violência que gera sofrimentos de toda ordem e reduz o homem, centelha divina, à animalidade, afastando-o de sua natureza divina.
Quando falamos em luz, queremos representar o que há de melhor no ser humano; queremos representar o conhecimento; a sabedoria; a delicadeza; a cortesia; a honradez e todas as qualidades que fazem com que o homem possa ser considerado filho de Deus, parte da divindade.
Por que é necessário que caminhemos para a luz e não para as trevas?
Porque através da luz é que nos aperfeiçoamos e nos aproximamos cada vez mais dos objetivos para os quais fomos criados e colocados aqui na terra nas diversas encarnações pelas quais passamos ou passaremos.
Aqui estamos para adquirir todo tipo de experiência que nos ajude a evoluir rumo ao retorno ao Criador. É nosso destino caminha em direção a essa luz maior que a tudo preenche e a tudo envolve com amor.
Quando nos deixamos envolver pelas trevas da ignorância e pela falta de amor e respeito para os nossos semelhantes estamos tomando o caminho contrário ao que deveríamos tomar. Nesses momentos é como se desprezássemos nossa origem divina e nos jogássemos na mesma condição das primeiras formas de vida do planeta. Nesses momentos deixamos de atender ao nosso propósito, pois tudo na criação tem uma finalidade.  Vejam que até as bactérias, apesar de seu tamanho ínfimo em relação ao homem, tem sua função na natureza.
Enchemos nossa vida de luz quando procuramos ajudar os outros; quando respeitamos suas opiniões e suas crenças; sua raça; sua cor; seu gênero; sua sexualidade e todas as particularidades que os fazem diferentes de nós. Respeito às diferenças é uma forma de caridade e bondade digna de um filho de Deus.
Devemos ter atitudes de compreensão e carinho para com as pessoas que não compartilham de nossas ideias e de nossos gostos. Essa diferença é uma das melhores coisas do planeta, porque nós aprendemos mais com os “diferentes”, com os que veem a vida por uma ótica diferente da nossa. Todas as vezes que agirmos com amor e respeito para com os outros, podemos ter certeza de que estamos iluminados, apenas não conseguimos perceber esta luz a nos envolver. Nesses momentos nossos espíritos se tornam como fontes de luz. Nesses momentos fazemos brilhar a nossa centelha divina, cujo brilho é superior a luz de muitas estrelas.

Quanto mais nós brilharmos, mais brilharemos.

Parece outra frase que diz o óbvio e que não tem muito sentido, não é? O que estamos dizendo é que a partir do momento que decidirmos colocar luz em nossas vidas, através de pensamentos e atitudes generosas para com o nosso semelhante, além de brilharmos, estaremos nos tornando mais aptos a espantar as trevas e brilharmos cada vez mais.
Quando estamos mergulhados nas trevas da ignorância (apesar das lições que elas também nos dão, e que até para alguns é caso de necessidade) contrariamos a lei maior, a lei do amor. Desse modo fazemos com a nossa jornada na matéria se torne mais penosa e mais demorada do que deveria ser.

Quando estamos nas trevas, mais trevas atraímos.

Outra frase aparentemente tola, mas que tem um significado muito importante. Queremos dizer que quando estamos envolvidos num clima de ódio, com desejos de vingança, mal querer para com as pessoas que nos cercam, criamos condições para que os espíritos que se comprazem nas trevas aumentem sua influência sobre nós, e a ideia desses espíritos não é outra senão arrebanhar mais adeptos para suas doutrinas maléficas.
Precisamos, como dizia o Mestre, vigiar e orar constantemente para que nossa chama interior esteja sempre acesa, iluminando nosso caminho e o caminho de quem amamos e espantando as trevas que estão sempre à espreita.
A batalha entre a treva e luz é necessária e real e ultimamente tem se intensificado, pois aproxima-se um momento de purificação no planeta. Aqueles espíritos mais evoluídos serão direcionados para a nova Terra ou mundos melhores enquanto aqueles que insistirem em permanecer nas trevas do egoísmo e da ignorância serão direcionados para mundos de acordo com sua vibração. Desde já precisamos nos posicionar em relação a esta questão. É hora de escolher de que lado lutaremos. Esta não é uma guerra que se fará com armas físicas, nem com soldados na concepção vulgar do termo. Trata-se de uma guerra consciencial, na qual ninguém precisará matar ninguém. A consciência de cada um o levará para o devido front de batalha e lá ele enfrentará o seu pior inimigo: ele mesmo. Será então arrastado pela força da vibração de sua própria consciência para o caminho da luz ou para a permanência na treva.
Grandes contingentes de espíritos serão realocados em outros mundos melhores ou piores do que a Terra. É um momento de purificação. A separação do joio do trigo. Um evento espiritual de proporções gigantescas.
Será uma guerra silenciosa. Somente percebida por aqueles que se atreverem a abrir mão das mesquinharias terrestres e dos sentimentos inferiores, e se entregar de corpo e espírito para a luz interior que anseia para eclodir.
Escolhendo a luz, como soldados sentiremos os ataques das trevas, porém vencendo-as nos tornaremos oficiais do amor e da bondade. Seremos aqueles que, por optarem pela luz, nos transformaremos em novas estrelas no divino firmamento, servindo de guia para os navegadores mais atrasados.
Façamos nossa escolha já! Não há tempo a perder. A grande guerra entre a luz e a trevas já inicia seus primeiros combates. Armemo-nos de amor e de compreensão. Derrubemos nossos inimigos com exemplos de bondade e respeito e com muito amor para com todas as criaturas.
Vamos nos iluminar através do estudo, da prática do bem e da solidariedade. Não vamos deixar que as trevas nos envolvam com seu manto de tristeza e de negatividade.
Vamos nos espelhar no Mestre Jesus, em seus exemplos. Vamos nos instruir em seu evangelho que engana pela simplicidade. O evangelho do Cristo contém, nada mais nada menos, do que a solução para todos os problemas da humanidade da Terra e de qualquer outra humanidade de qualquer outro planeta. Seu conteúdo é válido para qualquer tempo e qualquer lugar. Ele é uma fonte de luz que está à disposição de quem quiser abrir seu coração para o amor universal.
Então, meus irmãos, façamos já a nossa escolha. Vamos nos vestir com a armadura da luz e batalhar em nome do amor ou vamos vestir a armadura das trevas e nos entregar aos sentimentos negativos e malévolos?

Onde há treva não há luz.

Onde há luz não há trevas.

A obviedade das frases tem como objetivo mostrar a todos que a mensagem do Cristo e dos grandes mestres que já estiveram entre nós é de uma simplicidade desconcertante, mas que mesmo assim milênios se passaram sem que esta mensagem simples penetrasse nos corações dos homens.
Convidamos todos à se alistarem no exército da luz e combater as trevas da ignorância e do egoísmo. Asseguramos-lhes que a vitória é certa, pois esta guerra já tem até o dia determinado para acabar.

Victor


Mensagem psicografada em 14/11/2016

sábado, 5 de novembro de 2016

O ódio e seus malefícios




É sempre possível encontrar pelos caminhos da vida pessoas que intencionam nos fazer mal.  Como devemos agir em relação a elas?
O melhor a fazer é tomar essas pessoas como instrumentos da providência para o nosso crescimento moral e espiritual. Procuremos não sentir ódio ou qualquer outro sentimento parecido com este, porque  este tipo de sentimento vai corroer o nosso próprio coração. Aquele que odeia o outro ou sente inveja ou coisa parecida, são por si mesmos, dignos de pena. É como se cavassem a própria sepultura.
O segredo para melhor nos conduzirmos em relação a estas pessoas é fazer como fazia o Mestre Nazareno. Ele devolvia amor a quem o odiava. Dava a outra face a quem lhe batia. Por que Ele agia assim? Por que Ele, mais do que ninguém, sabia que aquelas pessoas eram irmãos temporariamente enfermos, padecendo da doença do ódio que vinha da ignorância. Sabia que o ódio daquelas pessoas fazia com que eles permanecessem estagnados em sua evolução espiritual, ao contrário daqueles que se mostravam receptivos, porque estes davam um grande passo adiante.
O ódio faz sofrer, não só a quem é vítima de sua energia maléfica, mas também é muito pernicioso para quem o sente. Este sentimento é responsável por muitas doenças físicas, cujas causas são atribuídas erroneamente a elementos físicos. Na verdade, são frutos do envenenamento do corpo físico pelos pensamentos e sentimento negativos que começam no espírito e vão passando dos corpos menos densos para o mais densos até atingirem o corpo físico.
O antídoto para a doença do ódio não é difícil de prescrever: é o Amor! O amor que rompe as barreiras entre as pessoas; o amor que desarma os corações e os faz chorar de alegria; o amor que carrega em si a solução para todos os problemas da humanidade. Não foi sem razão que o Mestre disse para que nos amássemos uns aos outros – ele sabia que esse era o remédio para todas as nossas doenças, principalmente as doenças da alma; aquelas que fazem com que fiquemos estagnados feito água parada.
Vamos nos deixar envolver pelo amor e expurgar de nossos corações todo sentimento ruim para com o nosso próximo e para nós mesmos. Quando usamos a expressão “eu odeio ele ou ela” estamos contaminando nosso próprio ser com o que há de pior para a nossa evolução. Ódio é atraso – Amor é Adiantamento. O ódio é prisão – Amor é liberdade.
Vamos viver plenos de amor e nossas vidas se tornaram mais leves, mais suaves de se viver. O amor é a ferramenta mais poderosa que o Criador colocou em nossas mãos para que cheguemos mais depressa à Ele.
Portanto meus irmãos, não desperdicem vosso tempo com sentimentos ruins que só trazem infelicidade, tanto para quem sente quanto para quem eles são endereçados.
O amor é a essência de tudo. Tudo o que respira, respira pelo amor do Todo!
Sejamos plenos de amor!

Muita paz, muita luz e muito amor!

Victor


Mensagem psicografada em 01/11/2016 

Caminhos



            Entre tantos caminhos, que caminho escolher?
Esta é a questão com a qual nos deparamos muitas e muitas vezes ao longo de nossas vidas. Você já se perguntou por que as coisas ocorrem desse modo? Ora, a resposta é simples: é porque é justamente para isso que estamos aqui – para fazermos escolhas. E através dessas escolhas nos melhorarmos enquanto seres imortais que somos - partículas do Eterno Criador.
            Nem sempre optamos pelo melhor caminho e daí advêm consequências, algumas vezes desastrosas, para nós, e que vão demandar muito tempo para consertarmos os erros e retomar o caminho original. Mas, essas atitudes ou decisões equivocadas também têm sua positividade, porque aprendemos muito com as quedas. Como dizia um filósofo: “o que não mata, me fortalece”. Aí está uma das grandes verdades a respeito da existência do espírito e de sua permanência temporária na matéria. Sempre que caímos e nos levantamos, ainda que a duras penas, nos tornamos mais aptos para enfrentarmos os novos desafios da nossa cainhada.
Precisamos entender que esses obstáculos são colocados em nosso caminho para que aprendamos a discernir o certo do errado, o bom do rim, o bem do mal. Ninguém consegue evoluir sem passar por estas experiências negativas com as quais nos defrontamos de vez em quando.
            Todos nós, sem exceção, antes, depois ou mesmo agora, temos que passar por situações difíceis, na maioria das vezes criadas por nós mesmos, por nossas escolhas “erradas”. Esta é uma das boas razões pelas quais não devemos julgar ninguém.
            Todos os dias de nossas vidas são feitos de escolhas. Grandes ou pequenas decisões precisam ser tomadas por nós a todo instante, e cada uma delas vai gerar efeitos que se transformarão em causas futuras que gerarão novos efeitos e assim por diante... até que não estejamos mais sujeitos a essas vicissitudes da vida e a obrigação de fazermos escolhas, por já estarmos evoluídos o bastante para discernir com propriedade entre o que é e o que não é bom para nós e para os outros.
            Outra coisa importante a mencionar, é que não devemos nos queixar ou nos sentirmos injustiçados pelas divindades em função dos problemas decorrentes de nossas escolhas. Tudo o que acontece conosco, não acontece por injustiça nem por crueldade divina. O que acontece está inexoravelmente atrelado a Lei de Causa e Efeito ou Lei do Karma.
            Observando nosso comportamento passado, porém observando com total imparcialidade, encontraremos facilmente as razões pelas quais estamos na situação atual e vivendo as experiências do presente. Existem, é claro, algumas situações em que não podemos compreender, pelo menos de imediato, o porquê de certos sofrimentos, principalmente aqueles que nos acompanham desde o berço. Mas, podem ter certeza de que no futuro tudo será esclarecido, pois quando do desencarne e da recuperação de nossa memória integral, nos depararemos com as explicações que tanto procuramos para os nossos sofrimentos.
            Em muitos desses casos, em que pensamos que estamos sendo injustiçados, estamos na verdade sendo beneficiados pela benção do esquecimento. Esquecimento este, necessário para que possamos suportar o peso e as dificuldades da existência atual, que seria mais difícil de ser encarada se tivéssemos, ainda por cima, a carga de remorsos pelos atos, nem sempre louváveis, praticados em encarnações anteriores.
O processo evolutivo se processa assim, de erros e acertos, de tomadas e retomadas, de lições fáceis e difíceis, de lágrimas e de sorrisos, de alegrias e sofrimentos. Não nos deixemos abater e tenhamos certeza de que tudo isso é necessário para o nosso crescimento, para nossa evolução rumo ao Criador.
            Desejamos neste texto, sugerir aos que o lerem, que não nos lamentemos por nossas vidas e nossas experiências, pois existem outros que fizeram escolhas bem piores do que as nossas e estão endividados com a Lei em valores bem maiores do que os nossos. Porém, devemos também saber que, apesar da seriedade da Lei Maior, o Criador sempre nos dá algum descanso em nossas provações e nos alivia da carga em certos momentos, quando ela se torna muito pesada.
            Sempre que nos sentirmos injustiçados por estarmos passando por situações difíceis, procuremos compreender e aceitar que nada é de graça; que tudo tem sua razão de ser e ao mesmo tempo nos confortarmos por saber que nada é para sempre nesta experiência na matéria. Por pior que seja o problema pelo qual estivermos passando, saibamos que sua hora para terminar já foi estabelecida e quando isso acontecer, nos felizes, pois teremos uma dívida a menos e uma carga mais leve para carregar.
            A caminhada para o mais alto é longa e por vezes penosa, mas imaginem que um dia todas as dificuldades serão superadas e nós teremos apenas que nos preocupar em ajudar os irmãos que ainda se encontram nas lidas da evolução, prisioneiros de suas escolhas. Quando tudo passar, viveremos num estado de alegria permanente, quando nada nos faltará porque não necessitaremos de mais nada, pois estaremos plenos no Criador. Mas, enquanto esse dia não chega, vamos continuar tentando fazer as melhores escolhas. Uma base segura para que façamos estas escolhas é nos guiarmos pelos Mestres que já estiveram conosco: Jesus, Buda, Krishna e outros. Todos eles mostraram que o caminho para Deus passa sempre pelo amor ao próximo, pelo amor a si e pelo amor a Deus - qualquer que seja o modo pelo qual compreendamos a divindade.
O caminho do Outro passa pelo nosso caminho. Todos nós temos caminhos cruzados com nossos irmãos e devemos, em certos momentos, parar e dar passagem a quem está mais necessitado de chegar ao seu destino. É interessante e paradoxal: quando paramos e nos afastamos para que um irmão possa passar e seguir o seu caminho, nós estamos na verdade nos adiantando em nosso próprio caminho.
            Continuemos caminhando, confiantes de que o que nos espera no final compensará toda a caminhada e todos os obstáculos que tivemos que ultrapassar quando tomamos caminhos mais longos.

Muita paz, muita luz e que todos saibam escolher os melhores caminhos!

Victor

Mensagem psicografada em 01/11/2016