Porque mais um blog?

É natural que se pergunte:

Porque mais um blog espiritualista de mensagens e poemas em meio a tantos que já existem?

Que teríamos de novo pra oferecer?

Além da simplicidade, sinceridade e desejo de sermos úteis, não temos nada de novo a oferecer, mas gostaríamos de perguntar: será que temos realmente prestado atenção naquilo que temos lido nestes muitos sites e blogs de mensagens ou poemas? Muitos deles trazem ótimas mensagens, lindos poemas e excelentes textos que, se prestássemos mesmo atenção, seriam de grande utilidade para nossa s vidas.

Oferecemos mais um destes blogs com mensagens, poemas e pequenos textos de esclarecimento, porém recomendamos que você leia apenas um texto de cada vez, reflita sobre ele, somente depois leia outro. Nestes tempos de excesso de informação em que vivemos, cometemos o erro de querer ler tudo para saber de tudo e acabamos, na pressa, não lendo nada e não aprendendo nada. Parece que o problema não está na quantidade de blogs e sites, mas no modo como temos nos relacionado com estes textos.

Vamos apresentar textos escritos por espíritos - alguns que ainda estão no corpo físico e outros que já deixaram a matéria densa e desfrutam da liberdade espiritual em corpos menos densos. A preocupação maior desses textos é de contribuir, ainda que minimamente, para tornar a humanidade melhor.

Esperamos que vocês leiam com atenção, desfrutem, reflitam... mas sem pressa!

Não queremos convencer, pregar religião ou fazer a cabeça de ninguém, pois acreditamos que a melhora espiritual só ocorre quando vem de dentro para fora e, para isso, é necessário que tenhamos autonomia. Entendemos que é preciso estar com a mente aberta, livre de dogmas para poder aprender coisas novas.

Se desejar, faça um comentário. Sua opinião e/ou colaboração além de muito importante, será bem vinda.

Do lado direito, logo abaixo, temos os marcadores - através deles você localiza os textos pelo assunto de seu interesse.


Nosso e-mail: umamigalhadeluz@gmail.com

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Mostrando postagens com marcador Mediunidade. Mostrar todas as postagens
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domingo, 12 de fevereiro de 2017

Comunicação entre mundos


Chegará um dia em que as coisas serão bem diferentes. Dia em que a mediunidade aqui na Terra será considerada um modo ultrapassado de comunicação com os espíritos; dia em que todos os homens terão consciência da realidade bidimensional em que existem; dia em que, pela própria evolução do homem, ele se comunicará com os que se encontram no plano astral/espiritual sem que precise dos préstimos de medianeiros ou qualquer outro meio indireto de comunicação.
Neste futuro, o homem já terá desenvolvido algumas percepções extra-sensoriais que no momento encontram-se latentes. Estas lhe permitirão ver, ouvir e até, de certo modo, tocar as coisas do plano astral. Mas, por enquanto, devemos continuar nesta peleja porque ainda vivemos na época da intermediação feita por essas pessoas que se dispõem a desenvolver suas capacidades mediúnicas e que as colocam a serviço do próximo. Na verdade, o que fazemos hoje é uma preparação para este novo tempo que se aproxima. Estamos desenvolvendo, muitos de nós até sem saber, estas novas percepções que serão características comuns nas gerações futuras.
Embora muitos não percebam, e muitos sequer se interessem em saber se existe mesmo ou não outra dimensão, o que está acontecendo é que a evolução, tanto física quanto espiritual segue seu caminho ascendente independente de nossa vontade. Para evoluir, é bom que se diga, não é necessário saber se estamos ou não em contato com os espíritos. Muitos desenvolvem a capacidade de amar e passam a praticar o bem, e este é o caminho mais curto para a evolução, sem ter conhecimento algum das relações entre homens e espíritos. Isto é uma prova de que não precisamos estar envolvidos diretamente com a espiritualidade para nos tornarmos pessoas melhores e evoluir no sentido correto. Só para reforçar o que estamos dizendo: existem pessoas que são verdadeiros anjos encarnados que não sabem e não se dão conta de que têm todo um acompanhamento e apoio espiritual. O queremos dizer é que muitas pessoas sofrem a influência boa ou má dos desencarnados sem que sequer admitam a sua existência. Eis aí uma boa razão para não impormos nossas crenças e nosso modo e ver a realidade para quem quer que seja. Os modos de evoluir são os mais diversos possíveis. O mais prudente a fazer, é nos preocuparmos com nosso próprio aprimoramento, nossa própria evolução, que está ligada quer queiramos ou não à evolução do nosso próximo, porque é através do amor e do amparo ao próximo que nos melhoramos.
O homem encarnado sofre demais a ação do tempo sobre si. Sente, ainda que de modo incompreensível para ele, que sua permanência na matéria é breve e por isso torna-se um ser ansioso, querendo ter tudo ao mesmo tempo. Querendo conquistar o mundo em um só dia. Isso faz parte de seu aprendizado. Mas, já é chegado o momento de refletirmos sobre isso e começarmos a fazer as coisas com calma, porque o tempo, na verdade, não é nosso inimigo, pelo contrário, é um aliado muito fiel. Precisamos estar sempre conscientes de que não morremos de fato; de que não precisamos fazer tudo hoje; de que não precisamos resolver todos os problemas nesta encarnação, até porque, por mais que nos esforcemos não conseguiremos aprender tudo que precisamos e não desenvolveremos todo o nosso “potencial divino” somente numa breve existência terrena. Devemos nos preparar espiritualmente para este novo mundo, com muita calma e muita tranquilidade, o que nos dará certa leveza. O contato e o aprendizado junto à espiritualidade é sempre uma preparação para tarefas cada vez mais significativas no vasto campo de trabalho do Criador. Devemos continuar aprendendo e nos desenvolvendo sem pensar que o fazemos para atingir uma finalidade, pois assim colocamos o tempo a nosso favor. É Claro que temos objetivos em mente, mas nesse campo, quando atingimos um objetivo, o que estamos fazendo é simplesmente galgando mais um degrauzinho preparatório para novos aprendizados e novas tarefas que nos esperam nas próximas etapas. É necessário e importante demais entendermos esta relação com o tempo para não fazermos nada apressadamente. Mesmo naquelas situações que exigem alguma urgência de decisões e que há sofrimento envolvido, precisamos nos manter calmos para entender o que está acontecendo e tomarmos a decisão mais acertada ou escolhermos o melhor caminho. Embora pareça, viver não é uma corrida de obstáculos que no final, após ser vencida, receberemos uma medalha de honra ao mérito. Viver é uma finalidade em si. O espírito precisa atuar, movimentar-se sempre. O movimento é inerente à sua natureza. O que queremos dizer, de modo mais simples, é que não há razão para pressa. Ela só nos fará mais ansiosos e tornará nossa jornada mais difícil.
Caminhamos para uma nova fase da humanidade em que o contato com a espiritualidade será mais natural. Isso ocorrerá quer queiramos ou não; quer nos apressemos ou não, pois já está determinada pelas leis que regem os mundos. No futuro, até essas pessoas que vivem sem se importar com a existência ou não do plano astral e dos espíritos, em suas próximas encarnações estarão pré-dispostos a compreender e aceitar a realidade espiritual, e também terão lugar neste novo mundo, porque como dissemos, mesmo sem ter consciência disso, eles estão evoluindo e desenvolvendo suas percepções extra-sensoriais que neste futuro lhes permitirão acesso direto ao plano espiritual mesmo estando encarnados. Não há como fugir disso, está na Lei Maior. Num mundo futuro, onde as pessoas vão viver em paz, tendo como objetivo principal se instruírem e desenvolverem cada vez mais suas “habilidades divinas”, o contato com a espiritualidade tem, por uma questão de lógica, que ser mais dinâmico e mais livre de interferências. Um mundo melhorado não pode ter divisões tão acentuadas como as que ocorrem aqui na Terra entre os planos físico e espiritual. Aqui mesmo, esta divisão existe somente com a finalidade educativa pedagógica para fazer com que o homem desenvolva sua percepção da divindade em si por si só, conquistando tudo por seu próprio mérito.
Algumas perguntas devem ser respondidas: Porque é tão difícil assim acreditarmos na realidade do plano astral? Por que as coisas não acontecem de modo mais claro, para que não nos perturbemos com dúvidas? Parece que, mesmo presenciando e/ou participando de alguns fenômenos mediúnicos, ainda assim temos dificuldade em acreditar inteiramente na existência do plano astral e dos espíritos. Porque temos esta dificuldade? Qual a razão das coisas ocorrerem desta maneira?
Imaginemos a seguinte situação: Um sábio mestre nos diz que precisamos nos tornar bondosos, amar e ajudar outras pessoas, e que se assim agirmos, nos melhoraremos e um dia iremos para um lugar melhor e lá seremos recompensados por nossa mudança e pelos benefícios que proporcionamos aos outros. Alguns acreditam neste mestre e começam a trabalhar com o intuito de melhorarem-se e tornarem-se boas pessoas para serem merecedores da recompensa prometida. Outros, mais desconfiados, para mudar seu modo de viver, exigem que o mestre que lhes deu tal orientação lhes apresente provas que lhes garantam a existência deste lugar e da recompensa que receberão se seguirem os seus ensinamentos, pois acham que não é prudente mudarem seu modo de viver baseado somente em promessas ou abstrações, sem terem a certeza de que tudo corresponde à realidade.
Bem, se analisarmos os dois tipos de comportamentos dessas pessoas chegaremos à conclusão de que ambas estão, sob seus respectivos pontos de vista, corretas. Os primeiros tiveram boa fé e mudaram seu modo de viver sem exigir provas. Os segundos fizeram questão da prova para não correrem o risco de serem enganados. Porém, aos olhos do mestre quais pessoas estariam mais aptas para habitar o lugar melhor, ou quais teriam mais mérito? Os primeiros ou os segundos? Certamente os primeiros, porque se predispuseram a mudar pela simples promessa de uma recompensa, ou seja, acreditaram no mestre e na proposta que ele trouxe. Os segundos também têm seus méritos, mas não tanto quanto os primeiros, porque eles tinham certeza da existência da recompensa. Qual seria o nosso mérito se um espírito amigo nos mostrasse escancaradamente o mundo espiritual e seus habitantes de modo que não tivéssemos mais dúvida da sua realidade e nos mostrasse as consequências futuras de nossos atos presentes? Teríamos algum mérito sim, mas bem menos do que se abraçássemos a causa do bem sem que nos fosse mostrado o futuro que nos espera.
O que está por trás desse joguinho de palavras?  Qual a moral desta simplória história? A história procura fazer com que nós, seja pela fé, seja pelas provas ou mesmo por imposição de nosso carma venhamos a desenvolver a capacidade de amar para que ela se torne natural e não um meio de ganharmos compensações futuras. Que façamos isso por nós mesmos e não porque alguém nos prometeu algo ou porque sabemos que temos muito a ganhar com isso. Fazer o bem e desenvolver o amor em nós é logicamente o mais sábio a fazer.
                Aquele que, após diversas experiências na carne, conseguir fazer o bem com naturalidade, sem pensar nas recompensas, mas apenas porque sabe ou sente que é a coisa certa a fazer, já está dando os primeiros passos para se tornar um habitante desta nova Terra de paz e amor e de desenvolvimento onde conviverão harmoniosamente encarnados e desencarnados, caminhando lado a lado, sem barreiras de comunicação em direção ao infinito, ao Criador.

Muita paz e muita luz.

Victor

“Tentemos fazer o bem pelo bem, porque não há recompensa maior do que a sensação de estarmos fazendo a coisa certa, isto é, a sensação de estarmos alinhados aos desígnios do Criador”


Mensagem psicografada em 06/02/2017

quinta-feira, 24 de novembro de 2016

Um dia especial

 
            Hoje é um dia muito especial.
            E porque dizemos que hoje é um dia especial?
            É um dia especial porque é um dia de contato entre duas dimensões da vida. A vida material e a vida espiritual. Duas realidades que se tocam através do médium, este intermediário que tem a felicidade de poder transitar entre dois mundos.
            Tal é importância do medianeiro que ele deve e precisa mais do que qualquer outra pessoa que deseja se espiritualizar, buscar a melhora interior. A melhora interior que ajudará a torná-lo mais apto para receber com fidelidade as mensagens de planos superiores se for preciso, embora precise também estar disposto e preparado para vibrar nos planos inferiores e captar as vibrações de espíritos menos esclarecidos.
            Tudo no universo é vibração e sintonia. Para podermos captar determinadas ondas vibracionais precisamos estar com nosso aparelho físico e mental em boas condições para podermos sintonizar no canal certo e retransmitir de forma límpida e sem interferências as mensagens que nos serão passadas.
            É muito comum vermos médiuns que começam com grande entusiasmo, mas depois quando as coisas começam a ficar um pouco maçantes e rotineiras desanimam e se tornam indóceis, dando um jeitinho de colocar a culpa de seu fracasso na espiritualidade, dizendo que esta não o prestigia e não o entende. Em todos os casos onde os trabalhos fracassam ou se tornam improfícuos a responsabilidade é quase sempre do médium. Claro que estamos nos referindo a trabalhos com espíritos sérios e comprometidos com a evolução humana.
            Na maioria das vezes esta inconstância tão comum nos medianeiros é provocada pela falta de vigilância, pois quando o médium quando abre os seus canais de recepção para a espiritualidade também o faz para espíritos que desejam brincar, confundir ou fazer maldades, colocando o médium em situações vexaminosas. É sempre oportuno lembrar a mensagem do Mestre: “vigia e orai, porque não sabemos a hora em que vem o ladrão”
            O preparo para um trabalho mediúnico, por mais singelo que ele seja, deve começar nas primeiras horas do dia, em certos casos até no dia anterior. O médium precisa estar bem fisicamente e mentalmente (espiritualmente) para poder captar os pensamentos e as sensações dos espíritos. Ora, uma pessoa que não está bem fisicamente e mentalmente, não está apta a entender nem o que ela mesma pensa ou sente. Nunca é demais avisar que o inimigo está à espreita. Os espíritos não dormem. Eles esperam apenas uma brecha para poder exercerem sua influência sobre os encarnados, e como já diziam os espíritos a Kardec no Livro dos Espíritos : “de ordinário, são eles que vos dirigem”.
O trabalho junto a espiritualidade requer, sobretudo dedicação, preparação, disposição, ou seja, boa vontade.
            Os médiuns devem pensar sempre que eles são exemplo para muita gente. Quando eles se desequilibram fazem com que a confiança das pessoas em seu trabalho e até em suas palavras seja quebrada, gerando desconfiança e dúvida até mesmo sobre sua integridade moral.
            Não se consegue um bom relacionamento com a espiritualidade superior sem que algum sacrifício tenha que ser feito. Sabemos que a vida na matéria não é nada fácil, principalmente para aqueles que ainda são comprometidos com o passado e que estão em trabalho de recuperação nesta encarnação, e uma coisa podemos dizer com propriedade: a maioria dos médiuns está nessa condição. A mediunidade ostensiva lhes foi dada para auxiliá-los a tornar mais efetivo o resgate de suas pendências de encarnações passadas.
            O discurso parece repetitivo, mas é sempre oportuno lembrar que a maioria dos encarnados na Terra não está aqui para gozar de uma vida de prazeres. Estão aqui sim para resgatar faltas passadas e construir sua evolução à custa de sacrifícios e lutas, e curiosamente, é a luta que nos torna mais fortes.
            Aquele que deseja, ou sente, ou anseia pela mediunidade deve mostrar-se disposto ao sacrifício. Deve mostrar-se em condições de receber com amor as mensagens que os espíritos lhe passarão, qualquer que seja a modalidade de mediunidade, em outras palavras, seja qual for o meio de intercâmbio que utilizarão.
            Nós temos um guia infalível. Nossa própria consciência. Quando ela nos incomodar, podemos ter certeza de que estamos no caminho incorreto. Quando, ao contrário, sentirmos aquela sensação de leveza, aquele sentimento bom de que estamos agindo com correção e coerência, é ela nos avisando de que estamos no rumo certo. Vamos usar este guia infalível que temos dentro de nós. Não precisamos consultar oráculos miraculosos para saber quando estamos ou não no caminho certo – nossa consciência nos informa sobre isso!
            “À quem muito for dado, muito será pedido”. Eis aqui outra ideia trazida pelo Mestre que tem muito a ver com o assunto que ora tratamos. Quando o indivíduo recebe ou traz de berço uma mediunidade vibrante, é sinal de que ele terá que utilizá-la para o bem do próximo. Deus não daria um dom precioso para que o relegássemos para segundo plano e vivêssemos uma vida ociosa e inútil, quando poderíamos ajudar muitas pessoas com essa capacidade da qual somos portadores.
            Outra coisa muito importante: uma coisa é a mediunidade, outra coisa é o médium. Nem sempre o bom médium é um médium bondoso. Esta ferramenta é dada, em muitos casos, para aqueles que mais trabalho de resgate têm a fazer. Facilitaria muito a vida do médium se este, paralelamente à sua atividade mediúnica, desenvolvesse também a sua capacidade de amar, de servir, de se dar com boa vontade, não só para as tarefas junto à espiritualidade, mas que desenvolvesse suas virtudes também no seu dia a dia. Isso faria com que sua sintonia melhorasse, seu padrão vibratório aumentasse, tornando-o assim um instrumento melhor no auxílio à espiritualidade.
            Não há tempo para começar a ser um médium melhor. Na eternidade não tem hoje ou amanhã. Sempre é a hora de começar ou recomeçar. Sempre haverá trabalho à fazer, seja neste ou em outros mundos. Então, não vamos deixar para depois o que pode ser começado ou recomeçado agora.
            Vamos trabalhar para sermos melhores. Vamos esquecer um pouco o ego que nos escraviza e vamos começar a pensar na humanidade como um Todo e não como almas separadas umas das outras. Somos partículas do mesmo Criador. Viemos e voltaremos para a mesma Fonte de Amor, e nossa volta só terá sentido se todos voltarem, pois um Todo não pode prescindir de suas partes, pois sem qualquer uma delas por menor que seja, não será um Todo.
            Cada minuto do nosso dia pode ser aproveitado para o nosso crescimento. Os médiuns devem respirar a atmosfera espiritual. Devem sentir-se como espíritos na carne e não carne com espíritos. A supremacia do espírito deve prevalecer para nós.
            O médium consciente sabe que a sua felicidade e sua plenitude como ser não está relacionada a bens terrenos. Sua plenitude só é alcançada no trabalho de intercâmbio e auxílio ao próximo, pois no seu íntimo ele sabe e ele sente que foi para isso que veio à Terra. No trabalho mediúnico ele se sente completo, pleno e nada de material pode substituir esta sensação de estar fazendo aquilo que veio para fazer.
            A mediunidade e o trabalho mediúnico são faróis que clareiam o caminho para a Nova Era de progresso a que a humanidade está destinada. Vamos valorizar a mediunidade estudando-a e nos preparando adequadamente para os trabalhos que nos esperam. Os médiuns serão aqueles que apontarão os caminhos que levarão a humanidade a sua nova fase evolutiva.
            Vamos refletir bastante sobre estas questões que dizem respeito à mediunidade. Nessas questões estão contidas as chaves para abrirmos portas que nos levarão ao progresso espiritual.

Muita paz, muita luz e muita reflexão!

Victor


Mensagem psicografada em 21/11/2016